Coletivo Curto-Circuito

PROJETO: A Procura

Trata-se de uma Performance que propõe engendrar procuras, encontros e reflexões sobre a sobrevivência enquanto problemática que nos impede diariamente de realizar a vida. O Performer parte de um modelo performativo, cujo objetivo é ampliar a percepção dos habitantes (público-vivenciador-ocasional) ao confrontá-los individualmente com um jogo de pergunta e resposta. A pergunta é paradoxal e, dependendo da tolerância da pessoa abordada, o diálogo pode prosseguir por um tempo indefinido.

ESTRATÉGIA DE AÇÃO E LOCAL:
Lançar-se em Derivas pela cidade de Porto Alegre, durante 5 dias, partindo sempre às 10h10min do coração da cidade de Porto Alegre: Praça da Matriz, lugar que existe desde os primórdios da capital.

Coletivo Curto-Circuito [Fortaleza – CE]

O Coletivo Curto-Circuito foi formado em janeiro de 2005 e é composto por: Airton lima – Artista Cênico, Professor e Arte-Educador, graduado em Artes Cênicas e Pedagogia. Mora em Fortaleza e Trabalha no Município de Horizonte-CE; David da Paz – Artista híbrido, Educador e Coordenador do Laboratório de Arte Pública Liquidificador sem Tampa e do Coletivo Curto-Circuito. Mora e Trabalha em Fortaleza-CE; e Naiana Cabral – Artista Visual graduada em Comunicação Social com o trabalho de conclusão de curso “Yomango, A Arte da Comunicação-Guerrilha”. Mora e Trabalha em Fortaleza-CE.

Focado na intersecção entre arte, filosofia, arquitetura, urbanismo, comunicação e sociologia, centrado nos movimentos de ruptura como a Contracultura, pensa o artista como um agente político, em incessante diálogo com a história da arte e em permanente conflito com o poderoso sistema das ordens das significações dominantes.

LINKS:
coletivocurto-circuito.blogspot.com
http://www.youtube.com/CurtoCircuito000
http://www.facebook.com/home.php#/profile.php?ref=name&id=100000345364237

SOBRE A EXPERIÊNCIA_SEU:

Título: A PROCURA

Autor: Coletivo Curto-Circuito

Gênero da manifestação artística: Performance

Pesquisa, criação e realização: Coletivo Curto-Circuito

Produção executiva: Escola de Bens Imateriais

A idéia de pensar-realizar uma Performance móvel, relacional a partir de uma Situ-Ação Performativa instável, de um corpo situado em um lugar acionado ao acaso, surgiu sobre a reflexão do que vem a ser a vida diante da sobrevivência e vem apostando no encontro, não o encontro com a verdade, mas na verdade do encontro.

É preciso encontrar o paraíso, ir habitá-lo, conhecer o mundo dos instintos, o primitivo capaz de abalar a civilização. Traçar possíveis percursos de realizações heterotópicas – lugares em que acontecem utopias – sem começo nem fim.

Perseguir um percurso em busca de atingir uma finalidade. Querer o paraíso, buscando uma finalidade da qual sempre se desiste para experimentar trajetos inventados. A vida está em fazer acontecer no instante e não na utopia – precisa-se menos da utopia, da transcendentalidade cristã -, reinventada em heterotopia dos percursos. Revirar os instintos e a sociedade encontrando outros lugares, mesmo que sejam lugares sem nome.

Não é turismo, mas atitude de andarilho, errante, sem lugares pré-determinados para visitar, sem hora marcada para o retorno. Ir a determinados lugares, como andarilho é experiência heterotópica, um principio relativo à época de dessacralização do espaço: não é aqui ou ali que a heterotopia se realiza, mas no percurso.

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